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Chess da AI Factory: doze níveis, sem conta e sem rede
Não tem análise de partidas, não tem puzzles tácticos, não tem lições e não tem adversários humanos. Tem um tabuleiro, doze níveis de motor e onze segundos entre tocar no ícone e fazer a primeira jogada. Para muita gente, é exactamente isso que se procura.
Vinte partidas · Braga · 10/09/2026
Doze degraus, e onde estão os úteis
| Nível | Força aproximada | Tempo por jogada | Serve para |
|---|---|---|---|
| 1 a 3 | Comete erros grosseiros | Instantâneo | Aprender as regras |
| 4 a 6 | Joga correcto, sem plano | 1 a 2 segundos | Praticar aberturas |
| 7 a 9 | Castiga erros tácticos | 2 a 5 segundos | Jogar a sério |
| 10 a 12 | Muito acima de nós | 5 a 20 segundos | Perder e aprender |
A força é a nossa impressão a partir de vinte partidas, não uma medição de classificação. Orientações, não uma oferta.
O essencial, e só o essencial
Desfazer jogada, dica, rodar o tabuleiro, e a possibilidade de retomar a partida onde ficou. Nada mais. É o menu inteiro.
A AI Factory é britânica e faz uma família de aplicações de tabuleiro com esta mesma filosofia — damas, gamão, sueca, todas com a mesma interface. Não são bonitas e funcionam há anos sem tropeçar.
Funciona inteiro sem rede, não pede conta e não vende nada dentro. Os anúncios aparecem entre partidas e podem ser removidos com uma compra única, que é a única que existe.
Nove dias a subir de nível
1 de Setembro de 2026
Começámos no nível 4 e ganhámos as primeiras três partidas sem esforço. O motor joga correcto mas não tem plano nenhum.
3 de Setembro de 2026
Subimos ao nível 7. Perdemos quatro seguidas, todas por deixar uma peça sem defesa numa jogada distraída.
6 de Setembro de 2026
Ganhámos a primeira no nível 7, com sessenta e um lances. Foi a partida mais longa das vinte.
9 de Setembro de 2026
Tentámos o nível 10 por curiosidade. Perdemos as três em menos de trinta lances cada.
A ausência que mais custa
Não há análise de partida. Quando se perde, não há forma de saber onde a posição virou — só a memória de quem jogou, que é sempre má nesse ponto exacto.
Para quem quer melhorar a sério, essa ausência é decisiva e há aplicações que a resolvem. Para quem quer apenas jogar uma partida no autocarro, é irrelevante, e a ausência de conta, de rede e de loja compensa largamente.
Não há também nenhum tutorial. Quem nunca jogou xadrez não aprende aqui: aprende as regras noutro lado e vem para cá praticar.
Serve para si?
Para quem já sabe jogar e quer um adversário sempre disponível, sem rede e sem contas. É o mais rápido a abrir dos jogos de tabuleiro deste guia e está na lista dos clássicos e na dos jogos de uma mão.
Se a dúvida for entre xadrez e go, escrevemos um confronto directo entre os dois. E se quiser um jogo de tabuleiro onde não haja adversário nenhum, a paciência da mesma família resolve isso.
Ganha ao nível 10?
Diga como. Perdemos as três que tentámos em menos de trinta lances e gostávamos de perceber o que se faz de diferente a esse nível.
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